Reação ao simulador 3D Bruna Fortunato – Mamoplastia de aumento Drª Liliana Reis

Reação ao simulador 3D Bruna Fortunato – Mamoplastia de aumento Drª Liliana Reis

Dia 21 de outubro de 2020 a Bruna foi surpreendida por Adérito que lhe ofereceu esta tão desejada cirurgia. Em consulta com a Doutora Liliana conseguiu esclarecer todas as dúvidas e programar a cirurgia.

 

Depois dos requisitos médicos cumpridos, a Bruna veio a uma consulta de pré-operatório assinar os consentimentos necessários e fazer a simulação do resultado final. Capturámos este momento!

 

Esta tão desejada cirurgia vai ser já no próximo dia 22 de Dezembro de 2020 com a Drª Liliana!

Dicas para uma recuperação fácil – cirurgia à mama

Dicas para uma recuperação fácil – cirurgia à mama

DICAS PARA UMA BOA RECUPERAÇÃO – Cirurgia à mama

Como evitar a dor no pós-cirúrgico da mama?
Para além das recomendações do seu cirurgião, a Doutora Liliana explica outras práticas que vão ajudar a tornar a sua recuperação um pouco mais fácil.

A RECUPERAÇÃO É IGUAL EM TODAS AS CIRURGIAS AO PEITO?

Mamoplastia de Aumento: 1-2 semanas

Mamoplastia de redução/Mastopexia (com ou sem próteses): 2-3 semanas

 

A RECUPERAÇÃO É MUITO DOLOROSA?

Não, nos primeiros dias há alguma dor que cede à medicação analgésica.

O QUE POSSO FAZER PARA SENTIR MENOS DORES?

O que é mais indicado é a medicação analgésica receitada pelo médico, o uso do soutien 24h por dia e aplicação de gelo.

AINDA ME SINTO MUITO DORIDA

Para melhorar o conforto deve hidratar e massajar a área operada e realizar drenagens linfáticas manuais de acordo com indicação do médico.

Como escolher entre Implante anatómico ou Redondo?

Como escolher entre Implante anatómico ou Redondo?

anatómico ou redondo?
drª liliana reis

Os implantes são utilizados nas seguintes cirurgias: MAMOPLASTIA DE AUMENTO E MASTOPEXIA (COM IMPLANTES)

Quais os prós e contras de cada implante?

A Doutora Liliana Reis realça a importância da paciente definir bem as suas expectativas e vontades no sentido de optimizar o resultado final.

Aprenda mais sobre as características do implante anatómico e redondo.

NÍVEL DE DOR É IGUAL?

Sim. A dor não depende do tipo de prótese; depende principalmente do local onde é colocada e da própria tolerância individual

 

QUE PRÓTESE DÁ UM ASPECTO MAIS NATURAL?

A prótese anatómica dá um aspecto mais parecido com a mama natural, apesar de atualmente as próteses redondas já se aproximarem discretamente do resultado anatómico.

O RISCO É IGUAL PARA AMBAS?

Não. Há riscos específicos para a prótese anatómica, nomeadamente a sua rotação. Quando há rotação, o aspecto da prótese redonda mantém-se, enquanto que o da anatómica altera-se.

A probabilidade de isto acontecer é baixa, mas imprevisível.

AMBAS DÃO O MESMO VOLUME?

Para próteses do mesmo volume, o que varia é a disposição desse volume, isto é: no caso das próteses redondas, há um maior volume no polo superior, ao passo que nas anatómicas o polo superior é mais retificado, com aumento da projeção inferior.

QUAL A MELHOR PRÓTESE PARA MIM?

A prótese mais indicada, depende de cada paciente, do resultado que pretende, do tipo de tronco e base da mama. Não é possível definir uma prótese sem avaliar primeiro o paciente.

MAMOPLASTIA DE AUMENTO – VAIDADE OU BEM ESTAR?

MAMOPLASTIA DE AUMENTO – VAIDADE OU BEM ESTAR?

A cirurgia de aumento mamário é uma das cirurgias estéticas mais realizadas em todo o mundo, uma vez que combina um procedimento cirúrgico relativamente simples e rápido com um grau de satisfação muito elevado, com melhoria franca em termos de autoestima e autoimagem, o que se traduz em benefícios na vida pessoal, familiar e social.
A mamoplastia de aumento é a técnica cirúrgica que permite aumentar o volume e remodelar a glândula mamária, com a consequente melhoria da sua forma e aparência.


Está indicada em casos de hipotrofia mamária, quando a mama não se desenvolveu até ao tamanho expectável ou desejável assim como na atrofia mamária, quando esse volume é perdido na sequência, por exemplo, da perda de peso ou da gravidez/amamentação. Adicionalmente, em casos selecionados, consegue corrigir malformações congénitas da mama (como mamas tuberosas), fenómenos de assimetria mamária, assim como graus ligeiros de ptose (queda) da mama.
O objetivo desta cirurgia é melhorar o contorno e a forma da mama, tornando-a mais preenchida e esteticamente mais atrativa, sem descurar a sua naturalidade e a sua proporção corporal.
Atualmente, existem duas formas distintas de realizar o aumento de volume mamário: com a utilização de próteses (mais frequentemente) ou com a utilização de gordura (em casos muito selecionados).
Quando se pretende realizar uma mamoplastia de aumento com prótese é imperativo consultar um cirurgião plástico, de forma a escolher a opção mais indicada para o seu caso clínico. São 3 as variáveis mais importantes a ter em conta: o tipo de prótese, a via de abordagem e o local de colocação da prótese.
Em relação à prótese a utilizar, o mais frequente é serem próteses de silicone (gel coesivo de silicone), podendo ter revestimento texturado ou de poliuretano. Existem também duas formas distintas de próteses: as redondas e as anatómicas. Finalmente, é importante escolher o volume da prótese que melhor satisfaz a vontade da paciente, tendo também em conta o biotipo corporal assim como as implicações no resultado a longo prazo.
Em relação às vias de abordagem, a escolha deste fator determina a localização e tipo de cicatriz visível. As mais utilizadas são a peri-areolar – onde a cicatriz é colocada na metade inferior do limite da aréola – ou a submamária – onde a cicatriz é colocada na região central do sulco inframamário. Nestas duas situações, a cicatriz resultante é pequena e disfarçada nos contornos da mama, pelo que se tornará praticamente impercetível. Existe também a via de abordagem axilar – através da axila – mas que torna mais difícil o correto posicionamento do implante e menos previsível a cicatriz, que com maior frequência se torna hipertrófica ou hiperpigmentada. Finalmente, importa ainda decidir o local onde a prótese será colocada: subglandular, subfascial ou submuscular (ou retromuscular), dependendo do biotipo e preferência da paciente, da mama existente e da preferência do cirurgião. As opções subglandular (imediatamente atrás da mama) ou subfascial (atrás da fáscia que cobre o músculo grande peitoral) são as opções mais anatómicas, apresentando também menor probabilidade de hemorragia e um pós-operatório menos doloroso, com uma recuperação mais rápida. No caso da opção submuscular (prótese colocada parcialmente atrás do músculo grande peitoral, o chamado dual-plane), ela está indicada nos casos em que a espessura de pele e mama sobre a prótese é muito fina (o que pode condicionar a visibilidade do implante e um aspeto menos natural), estando, no entanto, associada a uma maior probabilidade de hemorragia, de dor no pósoperatório e eventualmente de dinamismo (mobilidade anómala da mama/prótese com a contração muscular).
O mito que defende que para se conseguir uma mama natural deve ser utilizada um prótese anatómica em posição retromuscular não se aplica na maioria dos casos, sendo pois aconselhável uma discussão com o seu cirurgião, que explicará, no seu caso concreto, qual a prótese e a localização mais adequada para o implante, abordando as vantagens e inconvenientes de cada uma das opções, de forma a uma decisão conjunta e informada que seja o primeiro passo para atingir o resultado desejável: uma mama esteticamente bonita, natural, proporcional, atrativa e estável ao longo do tempo.
Quando se pretende realizar uma mamoplastia de aumento, o primeiro passo será marcar uma consulta com o cirurgião plástico. Nesta primeira consulta é avaliada a situação clínica especifica da paciente, nomeadamente no que diz respeito ao seu estado de saúde, as suas motivações e as suas expectativas, sendo explicado todo o processo de escolha, assim como todo o processo pré, intra, e pós-operatório e ainda os potenciais riscos e complicações.
A cirurgia é realizada em bloco operatório, em ambiente hospitalar, sob anestesia geral ou sedação, cumprindo todas os padrões de qualidade e segurança. É habitualmente um procedimento de ambulatório, o que quer dizer que não implica internamento, podendo a paciente ter alta algumas horas após a cirurgia.
Após a cirurgia é indicado ter alguns cuidados específicos, nomeadamente, usar um soutien adequado e evitar esforços e exercício físico localizado durante 3-6 semanas.
É habitualmente considerado um procedimento pouco doloroso, que permite o regresso rápido à vida quotidiana, em média, ao fim de 1 semana.
Em resumo, se não está satisfeita com o volume e forma da sua mama e se considera que esta cirurgia seria indicada para si, não hesite e contacte um cirurgião plástico.